Que tipo de vídeo posso fazer?

Eu pedi ao pessoal da Tuca Filmes para virem aqui hoje contar para vocês quantas possibilidades existem de vídeos extras (foram o do oficial do casamento).

É sério, às vezes a gente fica querendo inovar, fazer uma coisa diferente, mas não sabe bem o quê. E aí acaba reproduzindo os mesmos modelos, fazendo mais do mesmo.

Por isso, hoje, abram a cabeça! Eles vão mostrar várias outras possibilidades para que vocês tenham registros incríveis e originais desse momento tão especial da vida de vocês!

Frufru
“Nos últimos anos vimos os vídeos de casamento passarem por uma revolução que os libertou das amarras do registro passivo e objetivo. E junto com a criação de um novo conceito surgiram também novos formatos, mais propositivos que vão muito além do casamento propriamente dito.

Hoje, a convite da Bel, vamos falar um pouco mais sobre eles, os vídeos extras! E pasmem, eles não são sinônimo de Save the Date!!! rsrs… Poucas noivas sabem mas há muitos outros tipos de vídeos disponíveis no mercado.

Podemos citar, por exemplo, seis tipos:

 

1. Clipe Brega

É gravado um clipe em que os noivos cantam em playback uma música inusitada.

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2. Marryokê

Durante a festa os convidados dançam e cantam em playback uma música escolhida pelos noivos, como em um karaokê coletivo ou se preferir, como um clipe brega (só que gravado no dia do casamento)

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3. Save the date

O Save é publicado na web e utilizado como pré-convite ou lembrete aos convidados de que a data se aproxima.

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4. Backstage

As entrevistas mais engraçadas dos convidados são editadas parodiando coberturas de eventos de celebridades, e uma câmera é disponibilizada para que os noivos registrem tudo a seu modo.

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 5. Retrospectiva

Sabe aqueles slideshows de fotos feito pelo tio no powerpoint! A retrospectiva foi repaginada, está mais moderno e intimista. Agora, padrinhos, amigos ou familiares contam casos e dão depoimentos enquanto mostram algumas fotos para a câmera.

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6. Love Story

No Love Story o casal encena e conta sua história de amor enquanto revê fotos antigas. 

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Eles podem ser exibidos durante a festa afim de surpreender os convidados, ou publicados nas redes sociais, caso os noivos estejam de acordo. 

Em um vídeo extra temos mais liberdade para experimentar e fazer coisas únicas, mas isso não quer dizer que devemos abusar disso. Um bom vídeo não é aquele extravagante, repleto de modismos, sem conexão com a realidade e feito apenas para causar impacto. O bom vídeo é aquele que foge do lugar comum ao conseguir traduzir a essência da união.

É preciso que o profissional crie um vínculo mais próximo com o casal (antes mesmo de elaborar o roteiro), volte seu olhar para as coisas mais simples do cotidiano deles e leve sempre em consideração a personalidade de cada um e os processos anteriores ao casamento (como a história de como se conheceram e as atividades que gostam de praticar juntos).

Como o vídeo do casamento costuma ser mais introspectivo por natureza, o vídeo extra acaba sendo mais engraçado. Mas dependendo do perfil do casal, ele pode possuir uma conotação mais cômica ou mais romântica, mas nunca um ou outro. Isso porque, nós somos uma mistura de drama e comédia. A própria vida nos faz rir e chorar. E é interessante que os vídeos façam o mesmo, alternem entre esses gêneros. A comédia romântica é o ponto de equilíbrio para isso! Não há espaço para príncipes ou princesas! Para que o amor possa acontecer, ambos precisam se revelar como realmente são, sem rodeios nem máscaras. O amor não acontece quando empurram os defeitos do outro para debaixo do tapete, mas sim, quando aprendem a rir do“imperfeito”. E então, duas pessoas se somam para se tornarem o melhor que podem ser!

Gravar um vídeo extra é tão divertido quanto assistir. Durante a filmagem o videomaker deve incentivar o casal a vencer a timidez e se soltar. Afinal, tudo se resume à questão: “o que você seria capaz de fazer por amor?”. Você pode até se expor ao ridículo e se sentir boba, mas e daí? É como diz Arnaldo Jabor, “é melhor pagar mico e ser um idiota para as pessoas do que ser frustrado e infeliz para si mesmo.” Quando os noivos entendem isso e se entregam de verdade, os vídeos ficam mais viscerais. E muitas vezes, eles acabam mudando a forma de olharem para o próprio casamento e se libertam por exemplo, da obrigação de ter que passar uma imagem que não tem para outras pessoas e, assim, acabam curtindo muito mais o momento.

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Créditos:

Marcos Hallais, videomaker da Tuca Filmes

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